O projeto 6 é a chamada Frankenstrat.
Por enquanto temos um corpo Fender ST-62F japonês de Basswood. Esse corpo sofreu uma rachadura no pivô de onde estava a Floyd Rose e tive que desativa-lo da guitarra anterior e arrumar outro.
Fui numa madeireira e consegui que enchessem os espaços vazios da ponte com madeira sólida(marupá) e ele terá agora uma ponte fixa(sem tremolo), chamada pelo gringos de Hardtail.
O braço claro é maple/maple. Ex-pretinha.
Os captadores e o resto dos componentes ainda estão em fase de estudo.
A dúvida é se ela fica "no estado", depois de lixada ela ficou com uma aparência bem maneira. Totalmente Road Worn. O lance é que a madeira da cavidade é maios clara e fica aparecendo, o que fica meio tosco. Mas Frankenstrat é isso aí. Se não for tosco não tem graça.
Se for dessa forma vou passar só o verniz pra não apodrecer a madeira.
A outra opção seria pinta-la, mas com isso teria o riso de ficar uma merda e depois ter que lixa-la de novo....
Veremos.
Abaixo fiz uma "maquete" dela com algumas peças disponíveis e knobs de amplificador.
abs
quarta-feira, 15 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Le Baton Rouge Upgraded
Como não poderia deixar de ser, uma guitarra budget é meio passo andado para uma guitarra boa.
Pedrão era feliz com sua Baton Rouge, do jeito que ela era, mas foi ficando um pouco menos feliz quando vinha aqui em casa e ia tocando nas suas primas mais ricas.
O motivo?
Seus captadores XingLing não tinham o punch dos humbuckers nem o estalo vintage dos singles.
Resultado:
Adquirimos um escudo munido de 2 Dimarzio DP-116 e 117 e um Seymour Duncan Dual Blade e novos potenciometros e Switch.
O Seymour ele não quis pra manter o timbre uniforme, escolha justa. Enquanto isso ele está conectado na Fender Pretinha, enquanto aguarda o desfecho do projeto nº 6, que já tem o nome provisório de Frankenstrat, e deve estar pronto dentro de 1 mês.
Troquei tudo e a Baton Rouge se transformou, agora tira onda de vintage strat com seus Dimarzios.
Promessa: A cada post completo sobre as paredes de guitarra gravaremos seus timbres e colocarei aqui o resultado.
abs
Pedrão era feliz com sua Baton Rouge, do jeito que ela era, mas foi ficando um pouco menos feliz quando vinha aqui em casa e ia tocando nas suas primas mais ricas.
O motivo?
Seus captadores XingLing não tinham o punch dos humbuckers nem o estalo vintage dos singles.
Resultado:
Adquirimos um escudo munido de 2 Dimarzio DP-116 e 117 e um Seymour Duncan Dual Blade e novos potenciometros e Switch.
O Seymour ele não quis pra manter o timbre uniforme, escolha justa. Enquanto isso ele está conectado na Fender Pretinha, enquanto aguarda o desfecho do projeto nº 6, que já tem o nome provisório de Frankenstrat, e deve estar pronto dentro de 1 mês.
Troquei tudo e a Baton Rouge se transformou, agora tira onda de vintage strat com seus Dimarzios.
Promessa: A cada post completo sobre as paredes de guitarra gravaremos seus timbres e colocarei aqui o resultado.
abs
Ahh Branquinha ! part 1
Essa é uma típica história de amor com trocas, separações, idas e vindas, e um final feliz....
Estávamos lá pros idos de 91/92 e minhas aspirações de tocar guitarra estavam novamente afloradas. Não queria mais saber do baixo Washburn que eu tinha, e brigava com o Celso pra tocar a bela Squier vermelha do Nando. Um dia, o Celso me liga de me dá uma grande notícia. - "Tem um camarada aí que tá querendo trocar a guitarra dele num baixo, pau a pau, tá a fim?"
Aí eu pergunto pra ele: - é boa?
- Não sei, deixa eu ver. Nuno, que guitarra é?
- Fender!
- Fender? Ele quer trocar pau a pau?
- sim !
Eu pensei: porra, demoro....
-Tô te buscando aí, vamos lá agora!
E fui lá, meio desconfiado, ver do que se tratava.
Ao chegar me deparei com uma Fender Stratocaster Made in Japan, com ponte Kahler de microafinação, com 2 singles e um humbucker na ponte. Guitarra linda. Na minha pouca vivência com guitarras, nunca tinha visto uma daquela cor, Vintage White. Aquele branco meio sujo, com escudo preto e braço de maple/rosewood bem escuro eram um combinação irada. Tipo uma versão em negativo das preta com escudo branco tradicionais.
Aquilo era totalmente acima das minhas expectativas.
Fiquei imaginando como alguem pode querer trocar pau a pau aquela guitarra irada num baixo Washburn (que é bom sim, mas afinal estamos falando de uma Fender Stratocaster, ora bolas...)
Fui pra casa e me enrolei todo pra trocar as cordas. Fui aprendendo na porrada. Demorei uma semana pra conseguir afinar, mas não tava nem aí. Dormia olhando pra ela do lado da minha cama, namorando a menina como se ela tivesse uma varinha de condão que me fizesse finalmente ser um grande guitarrista. Afinal, pra ser um guitarrista que se preze o cara tem que ter ou uma Fender ou uma Gibson, ora bolas....
Depois de um tempo levei ela no Toni, um luthier que tinha feito milagre em outras guitarras de amigos. Perguntei pra ele se era boa e ele respondeu que era excelente. Perguntei de novo pra ter certeza e ele repetiu. Fiquei matutando novamente aquela situação. Na minha cabeça era como se eu tivesse trocado minha bicicleta pau a pau numa moto.
Ao buscar a menina a grande surpresa. A mágica dela aconteceu. A bichinha voltou macia igual manteiga e eu de uma hora pra outra tocava como se tivesse tido aulas por meses.
Era o milagre !
Após alguns anos fui morar no EUA e ela permaneceu me esperando no seu case dentro do armário....
To be continued.....
A foto acima é bem mais nova do que o conto. Em breve novo post. Estou organizando as fotos por causa da troca de cpu.
abs
Estávamos lá pros idos de 91/92 e minhas aspirações de tocar guitarra estavam novamente afloradas. Não queria mais saber do baixo Washburn que eu tinha, e brigava com o Celso pra tocar a bela Squier vermelha do Nando. Um dia, o Celso me liga de me dá uma grande notícia. - "Tem um camarada aí que tá querendo trocar a guitarra dele num baixo, pau a pau, tá a fim?"
Aí eu pergunto pra ele: - é boa?
- Não sei, deixa eu ver. Nuno, que guitarra é?
- Fender!
- Fender? Ele quer trocar pau a pau?
- sim !
Eu pensei: porra, demoro....
-Tô te buscando aí, vamos lá agora!
E fui lá, meio desconfiado, ver do que se tratava.
Ao chegar me deparei com uma Fender Stratocaster Made in Japan, com ponte Kahler de microafinação, com 2 singles e um humbucker na ponte. Guitarra linda. Na minha pouca vivência com guitarras, nunca tinha visto uma daquela cor, Vintage White. Aquele branco meio sujo, com escudo preto e braço de maple/rosewood bem escuro eram um combinação irada. Tipo uma versão em negativo das preta com escudo branco tradicionais.
Aquilo era totalmente acima das minhas expectativas.
Fiquei imaginando como alguem pode querer trocar pau a pau aquela guitarra irada num baixo Washburn (que é bom sim, mas afinal estamos falando de uma Fender Stratocaster, ora bolas...)
Fui pra casa e me enrolei todo pra trocar as cordas. Fui aprendendo na porrada. Demorei uma semana pra conseguir afinar, mas não tava nem aí. Dormia olhando pra ela do lado da minha cama, namorando a menina como se ela tivesse uma varinha de condão que me fizesse finalmente ser um grande guitarrista. Afinal, pra ser um guitarrista que se preze o cara tem que ter ou uma Fender ou uma Gibson, ora bolas....
Depois de um tempo levei ela no Toni, um luthier que tinha feito milagre em outras guitarras de amigos. Perguntei pra ele se era boa e ele respondeu que era excelente. Perguntei de novo pra ter certeza e ele repetiu. Fiquei matutando novamente aquela situação. Na minha cabeça era como se eu tivesse trocado minha bicicleta pau a pau numa moto.
Ao buscar a menina a grande surpresa. A mágica dela aconteceu. A bichinha voltou macia igual manteiga e eu de uma hora pra outra tocava como se tivesse tido aulas por meses.
Era o milagre !
Após alguns anos fui morar no EUA e ela permaneceu me esperando no seu case dentro do armário....
To be continued.....
A foto acima é bem mais nova do que o conto. Em breve novo post. Estou organizando as fotos por causa da troca de cpu.
abs
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